Os três passos
- Escolha o tipo no menu ao lado. O tipo determina o que acontece quando alguém escaneia: abrir um site, iniciar uma conversa, conectar no Wi-Fi, pagar por Pix.
- Preencha o conteúdo. Cada tipo pede o mínimo necessário — um link, um número, uma chave.
- Clique em Gerar e baixe. PNG serve para tela e impressão caseira; SVG é o formato que a gráfica prefere, porque não perde qualidade em nenhum tamanho.
Qual tipo escolher
A pergunta certa é: o que a pessoa deveria conseguir fazer em três segundos depois de apontar a câmera?
Se é conhecer um produto ou uma promoção, use link. Se é falar com você, WhatsApp. Se é pagar, Pix. Se é entrar na rede, Wi-Fi. Se é guardar o seu contato, vCard. Se é ler algo curto sem depender de internet, texto.
Na dúvida entre link e outro tipo, o link é quase sempre a escolha segura: funciona em qualquer leitor e você controla o destino pelo seu site.
Tamanho de impressão
A regra prática mais útil: o lado do código deve ter cerca de um décimo da distância de leitura. Para escanear de 30 cm, 3 cm resolvem. Num cartaz lido a 3 metros, use 30 cm de lado.
Sempre deixe a margem branca em volta — é ela que a câmera usa para localizar o desenho. O gerador já inclui essa margem no arquivo; o erro comum é recortar ou colar arte por cima dela.
Evite dobra, vinco e superfície muito curva. Um código na lateral de uma caneca fina é bonito na tela e ilegível na mão.
Cores, moldura e logo
A câmera enxerga claro e escuro. Por isso o código precisa ser escuro sobre fundo claro — o inverso funciona em alguns leitores e falha em outros. O gerador avisa quando o contraste escolhido fica arriscado.
A moldura com etiqueta muda o resultado mais do que parece. Um quadrado preto sozinho não diz nada; com "Cardápio", "Wi-Fi" ou "Pague aqui" embaixo, a pessoa entende o que ganha ao apontar a câmera.
O logo no centro é possível porque o QR Code tem correção de erro: parte do desenho pode ser coberta que ele ainda é lido. O gerador sobe a correção para o nível máximo quando você adiciona um logo. Ainda assim, teste — logo grande em impressão pequena é a receita mais comum de código que não lê.
Estático e dinâmico
Os códigos gerados aqui são estáticos: o conteúdo fica gravado no desenho, não passa por servidor nenhum, não expira e não pode ser desligado por ninguém.
QR Code dinâmico é outro produto: o código aponta para um intermediário, que redireciona. Isso permite trocar o destino depois de impresso e contar leituras, mas cria uma dependência — se o serviço sair do ar ou a assinatura vencer, todo o material impresso para de funcionar.
Dá para ter o melhor dos dois lados sem assinar nada: aponte o código estático para um endereço do seu próprio site e faça o redirecionamento por lá. O material impresso continua válido e o destino é seu.
Teste antes de imprimir
Escaneie com mais de um celular, de preferência um iPhone e um Android. Teste na distância real e com a luz real do lugar onde o código vai ficar.
Se for impresso, faça uma prova em papel antes da tiragem. Tela e papel se comportam de forma diferente, principalmente com cor e com códigos densos.